Sem trabalho não há riqueza.
Não é possível legislar em prol da liberdade dos pobres, legislando de forma
a cortar a liberdade dos ricos. Tudo que uma pessoa recebe, sem que tenha
trabalhado, virá necessariamente do trabalho de alguém que não receberá por
isso. Um governo não pode dar algo a quem quer que seja, que este mesmo
governo não tenha tirado antes de outra pessoa, pois o Estado não gera
riqueza. Quando metade da população de um país entende que não precisa
trabalhar, porque a outra metade da população cuidará e proverá por ela, a
metade que se vê obrigada a prover a outra entenderá que não adianta
trabalhar, porque o fruto de seu labor não será seu. E esse, meu amigo, é o
fim de qualquer nação. Não há como multiplicar a riqueza pela subtração de
quem produz, ou matando a galinha dos ovos de ouro.
O Bolsa Família (ou bolsa-esmola que compra votos) é exatamente isso. Sob
alegação de distribuição de renda para diminuir as desigualdade sociais,
eles tiram de quem trabalha para dar para quem não trabalha... Os pagadores
de impostos trabalham duro para sustentar quem não trabalha... Esses
"beneficiados" deveriam entender que cofres públicos não são uma caixa que
de dentro se pode tirar tudo que eles precisam para viver.
Essa caixa é preenchida com impostos daqueles que trabalham e pagam
tributos. O sistema socialista fracassou em todos os lugares do mundo onde
foi implantado porque todo mundo achava que podia viver à custa dos outros
sem trabalhar, e por isso a pobreza e a miséria tomaram conta desses
países... Ao contrario, no sistema capitalista, quem trabalha mais ganha
mais, quem trabalha menos ganha menos e quem não trabalha não ganha nada,
salvo os inválidos por doença ou velhice!
Nesse sistema, o interesse e a necessidade fazem com que o homem trabalhe
muito para viver bem e alimentar a sua família. O sistema capitalista gera
enorme quantidade de riqueza porque todos são estimulados a trabalhar. E
para isso os impostos precisam ser moderados, e não pesados como são no
Brasil, para sustentar parasitas, burocráticos ou não. Sem trabalho não há
possibilidade de se criar riqueza!
quinta-feira, 18 de junho de 2009
AÇÃO JUDICIAL QUE NECESSITA SER DIVULGADA.
Ação contra senadores e servidores do Senado
Dois advogados gaúchos contra dois senadores e 3.883 servidores do
Senado (07.04.09)
Os advogados gaúchos Irani Mariani e Marco Pollo Giordani ajuizaram,
na Justiça Federal, uma ação que pretende discutir as horas extras não
trabalhadas, no Senado, e outras irregularidades que estão sendo
cometidas naquela Casa.
A ação tramita na 5a. Vara da Justiça Federal de Porto Alegre e tem
como réus a União, os senadores Garibaldi Alves e Efraim Morais e
"todos os funcionários do Senado Federal, em número de 3.883
servidores, cuja nominata, para serem citados, posteriormente, deverá
ser fornecida pelo atual presidente do Senado Federal, senador José
Sarney".
Ponto nuclear da ação é que durante o recesso de janeiro deste ano,
em que nenhum senador esteve em Brasília, 3,8 mil servidores do Senado
receberam, juntos, R$ 6,2 milhões em horas extras - segundo a petição
inicial.
Os senadores Garibaldi e Efraim são, respectivamente, ex-presidente e
ex-secretário da Mesa do Senado. Foram eles que autorizaram o
pagamento das horas extras por serviços não prestados.
A ação popular também busca "a revisão mensal do valor que cada
senador está custando: R$ 16.500,00 (13º, 14º e 15º salários); mais R$
15.000,00 (verba de gabinete isenta de impostos); mais R$ 3.800,00 de
auxílio moradia; mais R$ 8.500,00 de cotas para materiais gráficos;
mais R$ 500,00 para telefonia residencial, mais onze assessores
parlamentares com salários a partir de R$ 6.800,00; mais 25 litros de
combustível por dia, com carro e motorista; mais cota de cinco a sete
passagens aéreas, ida e volta para visitar a base eleitoral; mais
restituição integral de despesas médicas para si e seus dependentes,
sem limite de valor; mais cota de R$ 25.000,00 ao ano para
tratamentos odontológicos e psicológicos".
Esse conjunto de gastos está - segundo os advogados Mariani e
Giordani -"impondo ao erário uma despesa anual em todo o Senado, de R$
406.400.000,00,00 ou R$ 5.017.280,00 para cada senador - o que dá uma
média de R$ 418.000,00 mensal como o custo de cada senador".
Mariani disse ao Espaço Vital que "como a ação popular também tem
motivação pedagógica, estamos trabalhando na divulgação do inteiro
teor da petição inicial, para que a população saiba que existem meios
legais para se combater a corrupção". Cópia da peça está sendo
disponibilizada por este site.
A causa será conduzida pela juíza Vânia Hack de Almeida. (Proc. nº
2009.71.00.009197-9)
AÇÃO POPULAR Nº 2009.71.00.009197-9 (RS)
Data de autuação: 31/03/2009
Juiz: Vania Hack de Almeida
Órgão Julgador: JUÍZO FED. DA 05A VF DE PORTO ALEGRE
Órgão Atual: 05a VF DE PORTO ALEGRE
Localizador: GAB03B
Situação: MOVIMENTO-AGUARDA DESPACHO
Valor da causa: R$6.200.000,00
Assuntos:
1. Adicional de horas extras 2. Horas Extras
AUTOR: IRANI MARIANI
Advogado: IRANI MARIANI
AUTOR: MARCO POLLO GIORDANI
Advogado: IRANI MARIANI
RÉU: UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
RÉU: GARIBALDI ALVES FILHO
RÉU: EFRAIM DE ARAUJO MORAIS
RÉU: FUNCIONARIOS DO SENADO FEDERAL
Dois advogados gaúchos contra dois senadores e 3.883 servidores do
Senado (07.04.09)
Os advogados gaúchos Irani Mariani e Marco Pollo Giordani ajuizaram,
na Justiça Federal, uma ação que pretende discutir as horas extras não
trabalhadas, no Senado, e outras irregularidades que estão sendo
cometidas naquela Casa.
A ação tramita na 5a. Vara da Justiça Federal de Porto Alegre e tem
como réus a União, os senadores Garibaldi Alves e Efraim Morais e
"todos os funcionários do Senado Federal, em número de 3.883
servidores, cuja nominata, para serem citados, posteriormente, deverá
ser fornecida pelo atual presidente do Senado Federal, senador José
Sarney".
Ponto nuclear da ação é que durante o recesso de janeiro deste ano,
em que nenhum senador esteve em Brasília, 3,8 mil servidores do Senado
receberam, juntos, R$ 6,2 milhões em horas extras - segundo a petição
inicial.
Os senadores Garibaldi e Efraim são, respectivamente, ex-presidente e
ex-secretário da Mesa do Senado. Foram eles que autorizaram o
pagamento das horas extras por serviços não prestados.
A ação popular também busca "a revisão mensal do valor que cada
senador está custando: R$ 16.500,00 (13º, 14º e 15º salários); mais R$
15.000,00 (verba de gabinete isenta de impostos); mais R$ 3.800,00 de
auxílio moradia; mais R$ 8.500,00 de cotas para materiais gráficos;
mais R$ 500,00 para telefonia residencial, mais onze assessores
parlamentares com salários a partir de R$ 6.800,00; mais 25 litros de
combustível por dia, com carro e motorista; mais cota de cinco a sete
passagens aéreas, ida e volta para visitar a base eleitoral; mais
restituição integral de despesas médicas para si e seus dependentes,
sem limite de valor; mais cota de R$ 25.000,00 ao ano para
tratamentos odontológicos e psicológicos".
Esse conjunto de gastos está - segundo os advogados Mariani e
Giordani -"impondo ao erário uma despesa anual em todo o Senado, de R$
406.400.000,00,00 ou R$ 5.017.280,00 para cada senador - o que dá uma
média de R$ 418.000,00 mensal como o custo de cada senador".
Mariani disse ao Espaço Vital que "como a ação popular também tem
motivação pedagógica, estamos trabalhando na divulgação do inteiro
teor da petição inicial, para que a população saiba que existem meios
legais para se combater a corrupção". Cópia da peça está sendo
disponibilizada por este site.
A causa será conduzida pela juíza Vânia Hack de Almeida. (Proc. nº
2009.71.00.009197-9)
AÇÃO POPULAR Nº 2009.71.00.009197-9 (RS)
Data de autuação: 31/03/2009
Juiz: Vania Hack de Almeida
Órgão Julgador: JUÍZO FED. DA 05A VF DE PORTO ALEGRE
Órgão Atual: 05a VF DE PORTO ALEGRE
Localizador: GAB03B
Situação: MOVIMENTO-AGUARDA DESPACHO
Valor da causa: R$6.200.000,00
Assuntos:
1. Adicional de horas extras 2. Horas Extras
AUTOR: IRANI MARIANI
Advogado: IRANI MARIANI
AUTOR: MARCO POLLO GIORDANI
Advogado: IRANI MARIANI
RÉU: UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
RÉU: GARIBALDI ALVES FILHO
RÉU: EFRAIM DE ARAUJO MORAIS
RÉU: FUNCIONARIOS DO SENADO FEDERAL
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