domingo, 31 de maio de 2009

A VERDADE SOBRE A GRIPE SUÍNA, UMA GRANDE MENTIRA.

Você sabia que o vírus da gripe das aves foi descoberto há mais de 10 anos, no Vietnã?

Sabia que desde então morreram apenas 100 pessoas EM TODO O MUNDO, EM TODOS ESTES ANOS?

Sabia que os norte-americanos foram os que alertaram sobre a eficácia do TAMIFLU como preventivo?

Sabia que o TAMILFLU apenas alivia alguns sintomas da gripe comum?

Sabia que a sua eficácia perante a gripe comum está questionada por grande parte da comunidade científica?

Sabia que o governo brasileiro divulgou que tem estoque do remédio TAMIFLU para atender a 9 milhões de pessoas?

Sabia que perante um SUPOSTO vírus mutante como o H5N1, o TAMIFLU apenas aliviará a doença?

Sabia que quem comercializa o TAMIFLU É O LABORATÓRIO ROCHE? (de origem Suíça, mas cuja fábrica nos EUA é uma das maiores do mundo).

Sabia que quem comprou a patente do TAMIFLU em 1996, foi a GILEAD SCIENCES INC.?

Sabia que o Presidente da GILEAD SCIENCES INC, hoje o seu principal acionista é DONALD RUMSFELD, ex Secretário da Defesa dos EUA?

Sabia que a base do TAMIFLU é o anis estrelado?

Sabia que a ROCHE foi quem ficou com 90% da produção mundial desta planta.?

Sabia que as vendas do TAMIFLU passaram de 254 milhões de dólares em 2004 para 1000 milhões em 2005?
Dá pra imaginar quantos milhões mais pode ganhar a ROCHE nos próximos meses, se continuar o negócio do medo?

Ou seja, o resumo da história é o seguinte:

Os amigos da América decidem que um fármaco como o TAMIFLU é a solução para uma pandemia que ainda não aconteceu.

Que este fármaco não cura nem a gripe comum.

O vírus não afeta o homem em condições normais.

Rumsfeld vende a patente do TAMILFLU à ROCHE e esta lhe paga uma fortuna.

ROCHE adquire 90% da produção do anis estrelado, base do antivírico.

Os governos de todo o mundo ameaçam com uma pandemia e compram da ROCHE quantidades absurdas do produto.

Estaremos loucos ou somos idiotas?

A gripe suína, ou gripe "A", é menos letal que a dengue !!!!!!

Inversão de Valores entre os ricos e pobres.

Lí uma declaração do publicitário Washington Olivetto em que ele fala sobre isso de forma exemplar. Ele diz que há no mundo os ricos-ricos (que têm dinheiro e têm cultura), os pobres-ricos (que não têm dinheiro, mas são agitadores intelectuais, possuem antenas que captam boas e novas idéias) e os ricos-pobres, que são a pior espécie: têm dinheiro, mas não gastam um único tostão da sua fortuna em livrarias, shows ou galerias de arte, apenas torram em futilidades e propagam a ignorância e a grosseria.
Os ricos-ricos movimentam a economia gastando em cultura, educação e viagens, e com isso propagam o que conhecem e divulgam bons hábitos. Os pobres-ricos não têm saldo invejável no banco, mas são criativos, efervescentes, abertos. A riqueza destes dois grupos está na qualidade da informação que possuem, na sua curiosidade, na inteligência que cultivam e passam adiante. São estes dois grupos que fazem com que uma nação se desenvolva. Infelizmente, são os dois grupos menos representativos da sociedade brasileira.
O que temos aqui, em maior número, é um grupo que Olivetto nem mencionou, os pobres-pobres, que devido ao baixíssimo poder aquisitivo e quase inexistente acesso à cultura, infelizmente não ganham, não gastam, não aprendem e não ensinam: ficam à margem, feitos zumbis. E temos os ricos-pobres, que têm o bolso cheio e poderiam ajudar a fazer deste país um lugar que mereça ser chamado de civilizado, mas que nada: eles só propagam atraso, só propagam arrogância, só propagam sua pobreza de espírito.
Exemplos? Vou começar por uma cena que testemunhei semana passada. Estava dirigindo quando o sinal fechou. Parei atrás de um Audi preto do ano. Carrão. Dentro, um sujeito de terno e gravata que, cheio de si, não teve dúvida: abriu o vidro automático, amassou uma embalagem de cigarro vazia e a jogou pela janela no meio da rua, como se o asfalto fosse uma lixeira pública. O Audi é só um disfarce que ele pôde comprar, no fundo é um pobretão que só tem a oferecer sua miséria existencial. Os ricos-pobres não têm verniz, não têm sensibilidade, não têm alcance para ir além do óbvio. Só têm dinheiro.
Os ricos-pobres pedem no restaurante o vinho mais caro e tratam o garçom com desdém, vestem-se de Prada e sentam com as pernas abertas, viajam para Paris e não sabem quem foi Degas ou Monet, possuem tevês de plasma em todos os aposentos da casa e só assistem programas de auditório, mandam o filho pra Disney e nunca foram a uma reunião da escola. E, claro, dirigem um Audi e jogam lixo pela janela. Uma esmolinha para eles, pelo amor de Deus.
O Brasil tem saída se deixar de ser preconceituoso com os ricos-ricos (que ganham dinheiro honestamente e sabem que ele serve não só para proporcionar conforto, mas também para promover o conhecimento) e valorizar os pobres-ricos, que são aqueles inúmeros indivíduos que fazem malabarismo para sobreviver mas, por outro lado, são interessados em teatro, música, cinema, literatura, moda, esportes, gastronomia, tecnologia e, principalmente, interessados nos outros seres humanos, fazendo da sua cidade um lugar desafiante e empolgante. É este o luxo de que precisamos, porque luxo é ter recursos para melhorar o mundo que nos coube. E recurso não é só money: é atitude e informação. A maioria deles são políticos ou querem ser, eles criaram um modo de vida e não uma contribuição a nação.