O Brasil estaria à beira de um ataque de nervos se o ambiente de arapongagem coletiva fosse percebido pela maioria da população. Por sorte ou azar dos brasileiros, as carências cognitivas impedem a compreensão do ambiente de espionagem política e empresarial. Não é o caso deste veiculo eletrônico e seus leitores. Aqui, concordando ou discrepando, o conceito de John Le Carré, "espiocracia", é perfeitamente assimilável.
Digo isto porque, por obrigação profissional, li a matéria de capa da revista Veja, "Sem Limites", datada de 11 de março de 2009. Não se trata nesse artigo de retomar ou criticar o produto jornalístico assinado por Expedito Filho e com reportagens de Alexandre Oltamari e Diego Escosteguy. Cabe apenas o comentário que nessa indústria de bens simbólicos e informação, uma pauta desta envergadura passa, logicamente, pela chancela da hierarquia do veículo e da empresa. Mas, o eixo do texto é outro.
Vivemos duas situações limite. Os brasileiros tendem a elogiar o vale-tudo absoluto no combate a impunidade de elite. Discordo. Obter provas de forma ilegal seria o mesmo que aprovar o assassinato e a tortura na repressão dos traficantes do Rio. Outro problema, decorrente do primeiro, é a inversão dos valores. O delegado federal Protógenes Queiroz passa de investigador a investigado. Alega-se que montaram as provas de maneira ilícita. E, antes que a PF divulgasse seu relatório conclusivo a respeito do suposto desvio de conduta, este funcionário público já foi julgado por parte da mídia.
Vejamos quais são as "acusações" de fundo? Utilizar o Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), de forma colaborativa, para apurar supostos crimes executados por operadores políticos, jurídicos e econômicos? Trabalhar de forma compartimentada em um ambiente hostil e vigilante por natureza? Nada disso é "crime", ao contrário, é característica da função. Agora a matéria insiste em afirmar que Protógenes tinha dossiê privado ao esconder cópias de provas em casa? Sejamos realistas. É no mínimo prudente considerar que o delegado federal retinha cópias dos arquivos sigilosos em locais seguros - e não em repartições do Estado - para resguardar o seu trabalho investigativo. Com certeza não seria o primeiro e nem o último policial honesto a fazê-lo. Entendo que estamos debatendo o fato de menor importância. Isto porque, se as provas obtidas na Operação Satiagraha são legais, o importante para a nação é o julgamento e a punição dos criminosos e não de quem os investigou.
Produzido por Bruno Lima Rocha
www.estrategiaeanalise.com.br
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Período único na história da humanidade!
O Brasil e o mundo estão passando por um período único na história da humanidade. Um período de total inversão nos valores da sociedade, conseguida através da mídia e dos porcos que as controlam.
Inevitavelmente, quando assistimos televisão, quando lemos jornais, quando ouvimos uma música ou em qualquer outra forma de mídia, somos bombardeados por uma falsa liberdade, que na verdade não passa de uma tentativa de banalizar nossas mentes, para que aceitemos tudo o que eles querem nos impor.
Quando passa uma novela na TV onde um personagem é gay, a intenção não é mostrar a realidade de um homossexual e que este, como um ser humano, deve ser respeitado e ter seus direitos, mas sim impor-nos que o homossexualismo é uma coisa normal e saudável, o que não é verdade.
Quando mostram dezenas de filmes cheios de adolescentes se drogando e depois vêm com uma novela hipócrita mostrando uma situação tão exagerada e mal feita – se uma mãe comparar o comportamento do seu filho com o personagem vai achar que seu filho é um anjo, quando esse na verdade pode estar se drogando desde a infância e os sintomas não serem aqueles – eles não querem conscientizar as pessoas do mal que é a droga, mas mostrar que são politicamente corretos, isto é, hipócritas!
Quando transmitem músicas de bandas como “É o Tchan” e diversos funks com refrões do tipo “vai popozuda”, ou em programas como o “Show da Xuxa”, onde as crianças ficam dançando e se vestindo como essas “dançarinas” ou “apresentadoras”, não estão levando diversão para as crianças, na verdade estão induzindo a sexualidade precoce nessas crianças.
Quando passam filmes e notícias de países como os EUA e os da Europa, sobre as brigas raciais ou sobre medidas tomadas pelos governos desses países em relação ao racismo, não querem que o racismo no Brasil diminua ou mesmo acabe, o que eles querem é que nosso racismo, que infelizmente ainda existe em nossa Pátria, seja como o deles, isto é, segregacionista. Um racismo que segrega e divide as raças, tanto em bairros ou guetos, quanto em bares, lojas, estilos musicais, escolas e faculdades, etc, quanto na própria convivência pacifica entre elas. O racismo no Brasil existe sim, mas tem características totalmente diferentes a essas. O preconceito do brasileiro é muito mais social do que racial, e mesmo que o preconceito racial exista, não se manifesta em formas violentas. Em que lugar do Brasil aconteceu conflitos como os ocorridos na Califórnia na década de 90, ou as constantes pancadarias entre europeus e imigrantes? O que mais aparece na nossa sociedade, em relação ao racismo, é a injúria, que é o ato de falar mal ou ofender outra pessoa. Gostaria de saber onde fica o índio nessa história de cotas raciais?
Infelizmente, a mídia e os governantes estão ganhando essa batalha! Cada vez mais o povo brasileiro aceita a pederastia, o homossexualismo, as drogas, a pornografia, a segregação racial, a sexualidade precoce de nossas crianças, e com isso aumenta a discórdia entre o povo.
Só no mês de maio tivemos várias provas disso, onde no começo do mês presenciamos uma passeata pela liberação da maconha, realizado no Estado do Rio de Janeiro. Mais de 500 drogados se reunirão para pedirem o fim da proibição da maconha, alegando que isso acabaria com o tráfico e com a extorsão que eles sofrem dos policiais quando são flagrados com a droga. Num ato de sanidade das nossas autoridades, esses “manifestantes” (leia-se drogados) foram filmados pela Policia Civil para uma futura investigação e abertura de processo por apologia às drogas. Porém essa sanidade durou muito pouco, mas precisamente um dia, pois no dia seguinte, o próprio chefe de gabinete da Policia Civil, delegado Pedro Paulo Pinho, voltou atrás depois de uma ligação do novo Secretário de Segurança Pública, Roberto Aguiar do PT, e disse: “Como delegado tenho de cumprir a lei, mas tenho consciência de que a liberação das drogas seria o melhor caminho contra a violência...” (Jornal do Brasil de 06/05/02).
Essa alegação de que a legalização acaba com o trafico ou com a violência, no mínimo mal intencionada, mostra a falta de competência de nossa polícia e de nossos governantes, que poderiam pelo menos ver exemplos anteriores, ou mesmo ver o que acontece nos países que se utilizaram desse artifício como a Holanda, onde a situação piorou tanto que vão voltar atrás nessa estúpida forma de acabar com o tráfico e a violência.
Se não bastasse isso, o Presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso, ergueu em pleno Palácio do Planalto a bandeira do movimento gay, no lançamento do Programa Nacional de Direitos Humanos, que entre outras coisas tenta aprovar o casamento de homossexuais e o direito aos transexuais de mudar seu nome em documentos. Ao mesmo tempo foi lançada uma campanha publicitária onde um “menino” fica triste porque brigou como o “namorado”. Assinou também um decreto que institui cotas para negros na administração pública, como já acontece nos assentamentos de terra e em algumas faculdades públicas do país.
Esse tipo de lei ou decreto não passa de uma medida politicamente correta, com a intenção de se auto declarar democrático e liberal.
Infelizmente a mídia continua fazendo o que quer com a cabeça de nosso povo que, por culpa de nossos governantes, não possui a menor capacidade de filtrar esse tipo de coisa. Pra falar a verdade, nem as classes mais “instruídas” de nossa sociedade possuem esse tipo de filtro, pois mesmo em nossas fontes de conhecimento – as escolas e faculdades – essas aberrações são aceitas com certa normalidade.
Enquanto isso o tempo vai passando, o homossexualismo vai se tornando uma coisa comum podendo inclusive casar entre eles, as pessoas podem mudar de sexo oficialmente, e uma raça tem mais vantagens que outras para “acabar” com o racismo. Em breve esses mesmos homossexuais poderão adotar crianças inocentes e indefesas (lembrando que basta ter dinheiro para adotar uma criança no Brasil), as drogas serão liberadas e quem sabe, a pedofilia.
Para que o rumo do Brasil seja este, basta levantarmos uma bandeira vermelha e gritarmos que somos politicamente corretos, liberais, democráticos, tolerantes e outras pérolas da ignorância. Mas se você não quer ver seus filhos usando drogas, crianças sendo adotadas por homossexuais, ou mesmo o ódio racial gerado por medidas segregacionistas que tiram o direito de uns para dar à outros; cuidado, pois você será taxado de nazista, fascista, tirano, ditador, etc, etc e etc...
A ESCOLHA É SUA!!!!
Por Flávio Nicoliche
Inevitavelmente, quando assistimos televisão, quando lemos jornais, quando ouvimos uma música ou em qualquer outra forma de mídia, somos bombardeados por uma falsa liberdade, que na verdade não passa de uma tentativa de banalizar nossas mentes, para que aceitemos tudo o que eles querem nos impor.
Quando passa uma novela na TV onde um personagem é gay, a intenção não é mostrar a realidade de um homossexual e que este, como um ser humano, deve ser respeitado e ter seus direitos, mas sim impor-nos que o homossexualismo é uma coisa normal e saudável, o que não é verdade.
Quando mostram dezenas de filmes cheios de adolescentes se drogando e depois vêm com uma novela hipócrita mostrando uma situação tão exagerada e mal feita – se uma mãe comparar o comportamento do seu filho com o personagem vai achar que seu filho é um anjo, quando esse na verdade pode estar se drogando desde a infância e os sintomas não serem aqueles – eles não querem conscientizar as pessoas do mal que é a droga, mas mostrar que são politicamente corretos, isto é, hipócritas!
Quando transmitem músicas de bandas como “É o Tchan” e diversos funks com refrões do tipo “vai popozuda”, ou em programas como o “Show da Xuxa”, onde as crianças ficam dançando e se vestindo como essas “dançarinas” ou “apresentadoras”, não estão levando diversão para as crianças, na verdade estão induzindo a sexualidade precoce nessas crianças.
Quando passam filmes e notícias de países como os EUA e os da Europa, sobre as brigas raciais ou sobre medidas tomadas pelos governos desses países em relação ao racismo, não querem que o racismo no Brasil diminua ou mesmo acabe, o que eles querem é que nosso racismo, que infelizmente ainda existe em nossa Pátria, seja como o deles, isto é, segregacionista. Um racismo que segrega e divide as raças, tanto em bairros ou guetos, quanto em bares, lojas, estilos musicais, escolas e faculdades, etc, quanto na própria convivência pacifica entre elas. O racismo no Brasil existe sim, mas tem características totalmente diferentes a essas. O preconceito do brasileiro é muito mais social do que racial, e mesmo que o preconceito racial exista, não se manifesta em formas violentas. Em que lugar do Brasil aconteceu conflitos como os ocorridos na Califórnia na década de 90, ou as constantes pancadarias entre europeus e imigrantes? O que mais aparece na nossa sociedade, em relação ao racismo, é a injúria, que é o ato de falar mal ou ofender outra pessoa. Gostaria de saber onde fica o índio nessa história de cotas raciais?
Infelizmente, a mídia e os governantes estão ganhando essa batalha! Cada vez mais o povo brasileiro aceita a pederastia, o homossexualismo, as drogas, a pornografia, a segregação racial, a sexualidade precoce de nossas crianças, e com isso aumenta a discórdia entre o povo.
Só no mês de maio tivemos várias provas disso, onde no começo do mês presenciamos uma passeata pela liberação da maconha, realizado no Estado do Rio de Janeiro. Mais de 500 drogados se reunirão para pedirem o fim da proibição da maconha, alegando que isso acabaria com o tráfico e com a extorsão que eles sofrem dos policiais quando são flagrados com a droga. Num ato de sanidade das nossas autoridades, esses “manifestantes” (leia-se drogados) foram filmados pela Policia Civil para uma futura investigação e abertura de processo por apologia às drogas. Porém essa sanidade durou muito pouco, mas precisamente um dia, pois no dia seguinte, o próprio chefe de gabinete da Policia Civil, delegado Pedro Paulo Pinho, voltou atrás depois de uma ligação do novo Secretário de Segurança Pública, Roberto Aguiar do PT, e disse: “Como delegado tenho de cumprir a lei, mas tenho consciência de que a liberação das drogas seria o melhor caminho contra a violência...” (Jornal do Brasil de 06/05/02).
Essa alegação de que a legalização acaba com o trafico ou com a violência, no mínimo mal intencionada, mostra a falta de competência de nossa polícia e de nossos governantes, que poderiam pelo menos ver exemplos anteriores, ou mesmo ver o que acontece nos países que se utilizaram desse artifício como a Holanda, onde a situação piorou tanto que vão voltar atrás nessa estúpida forma de acabar com o tráfico e a violência.
Se não bastasse isso, o Presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso, ergueu em pleno Palácio do Planalto a bandeira do movimento gay, no lançamento do Programa Nacional de Direitos Humanos, que entre outras coisas tenta aprovar o casamento de homossexuais e o direito aos transexuais de mudar seu nome em documentos. Ao mesmo tempo foi lançada uma campanha publicitária onde um “menino” fica triste porque brigou como o “namorado”. Assinou também um decreto que institui cotas para negros na administração pública, como já acontece nos assentamentos de terra e em algumas faculdades públicas do país.
Esse tipo de lei ou decreto não passa de uma medida politicamente correta, com a intenção de se auto declarar democrático e liberal.
Infelizmente a mídia continua fazendo o que quer com a cabeça de nosso povo que, por culpa de nossos governantes, não possui a menor capacidade de filtrar esse tipo de coisa. Pra falar a verdade, nem as classes mais “instruídas” de nossa sociedade possuem esse tipo de filtro, pois mesmo em nossas fontes de conhecimento – as escolas e faculdades – essas aberrações são aceitas com certa normalidade.
Enquanto isso o tempo vai passando, o homossexualismo vai se tornando uma coisa comum podendo inclusive casar entre eles, as pessoas podem mudar de sexo oficialmente, e uma raça tem mais vantagens que outras para “acabar” com o racismo. Em breve esses mesmos homossexuais poderão adotar crianças inocentes e indefesas (lembrando que basta ter dinheiro para adotar uma criança no Brasil), as drogas serão liberadas e quem sabe, a pedofilia.
Para que o rumo do Brasil seja este, basta levantarmos uma bandeira vermelha e gritarmos que somos politicamente corretos, liberais, democráticos, tolerantes e outras pérolas da ignorância. Mas se você não quer ver seus filhos usando drogas, crianças sendo adotadas por homossexuais, ou mesmo o ódio racial gerado por medidas segregacionistas que tiram o direito de uns para dar à outros; cuidado, pois você será taxado de nazista, fascista, tirano, ditador, etc, etc e etc...
A ESCOLHA É SUA!!!!
Por Flávio Nicoliche
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