sexta-feira, 31 de julho de 2009

Fomos bigodeados...... SYR NEY



No dia em que ele virou presidente da República, o presidente eleito Tancredo Neves morreu antes de tomar posse, vítima de diverticulite.
Sarney subiu ao poder por pura levitação.
Até hoje age como, e é considerado, a diverticulite da nação.
Vemos todos os dias, ouvimos todos os dias, gravamos em nossas mentes todos os dias......
E nós? povo brasileiro....se houvesse outra eleição e ele fosse o candidato seria eleito por unanimidade!! por aqueles que não enxergam ou não sabem ler, não ouvem porque estão em outro programa, não gravam porque não têm memória.

Alguém tem outra denominação?

PRINCÍPIOS DA DOMINAÇÃO PELA PROPAGANDA

Durante quatro eleições presidenciais o PT tentou elevar ao cargo máximo da República o pernambucano Lula da Silva. Por que só na quarta eleição conseguiu? Por que finalmente o ex-sindicalista foi considerado carismático, gênio da raça, “luz do mundo”? A resposta é simples: porque nas três eleições perdidas a propaganda do PT era fraquíssima. Só quando Duda Mendonça entrou em cena foi que as coisas mudaram. O eleitorado cativo de 30% foi ampliado e eleitores antes avessos ao discurso incendiário do líder sindical se rederam à barba aparada, ao terno Armani, ao discurso conciliador que nada tinha mais a ver com o prometido e nebuloso socialismo petista que, diga-se de passagem, nunca foi esclarecido.

Na propaganda da quarta eleição e, sobretudo, na manutenção do poder petista, o marqueteiro real colocou em prática alguns princípios que ilustrarei com uns poucos exemplos para melhor compreensão das técnicas empregadas.

1 – Simplificação ou inimigo único. – É importante ter um símbolo e transformar o adversário em um único inimigo. Os símbolos tem se sucedido: Fome Zero, pré-sal, PAC. O adversário é a “elite”, apesar de Lula e companheiros serem hoje a elite do poder, econômica e política. Faz tempo que o PT largou o macacão e veste Armani. Mas para efeitos externos, elite é inimiga e coisa ruim e o presidente da República um pobre operário.

2 – Método de Contagio – Imprescindível reunir vários adversários numa só categoria. Por isso se fala em “oposição” que não deixam o coitado do Lula governar. A realidade mostra que não existe oposição para valer ao governo petista. Tudo está comprado, cooptado, dominado.

3 – Transposição – Carregar sobre os adversários os próprios erros e responder ataque por ataque faz parte da dominação, é importante. Assim, os outros são corruptos, imorais, inimigos da pátria. O PT é o único partido ético e sabe reagir ao menor esbarrão. Truculência é antiga lição aprendida em sindicatos e dá medo.

4 – Exagerar e Desfigurar – Quem já não ouviu que o impeachment de Lula da Silva, a defenestração de Sarney, a CPI da Petrobrás põem em perigo a governabilidade? Mais uma mentira em que se acredita piamente

5 – Vulgarização – Pela boca de Lula o discurso é adaptado ao nível dos menos instruídos. O PT sabe que a capacidade receptiva da massa é limitada, que o povo tem grande facilidade em esquecer e um mínimo de esforço mental, que uma mentira repetida vira verdade e que quanto maior a mentira mais o povo nela acredita.

6 – Orquestração – Repetir um numero reduzido de idéias é importante. Para isso se cria um bordão: “nunca antes nesse país”, que vem acompanhado das realizações que só Lula fez desde o descobrimento do Brasil, algo que converge sempre para o culto da personalidade do presidente,

7 – Renovação – Informações e argumentos devem seguir ritmo rápido de modo que quando o adversário criticar o público já está interessado em outro fato. Isso tem acontecido, inclusive, com a sucessão de escândalos de corrupção do governo, de tal forma vertiginosa que quando surge um o outro já está esquecido.

8 - Verossimilhança – Outro princípio que se baseia na construção de argumentos a partir de fontes diversas, através de informações fragmentárias. Exemplo: para ajudar o compañero e presidente do Paraguai, o bispo célebre por sua incontinência sexual, Lula da Silva romperá o Tratado de Itaipu onerando mais ainda os brasileiros pelo uso da eletricidade. Nesse caso, Celso Amorim justifica o injustificável com um malabarismo verbal ao dizer que o Tratado restringe a comercialização de energia a “entes” dos dois países – Eletrobrás e Ande – “mas não diz que é cada um em seu país”. Estranhas explicações também foram dadas nos casos da Bolívia, Venezuela, Argentina, quando interesses do Brasil foram sacrificados em nome do projeto de poder de Lula da Silva na América Latina.

9 – Silenciação – As questões para as quais não se tem argumentos devem ser encobertas e dissimuladas com a ajuda dos meios de comunicação. Exemplo: enquanto pessoas morrem em corredores de hospitais Lula da Silva diz diante de câmaras e microfones que a Saúde brasileira está perto da perfeição.

10 – Transfusão – É necessário criar um complexo de ódios que possam arraigar-se em atitudes primitivas. Lula e seu governo têm, com êxito, estimulado o ódio de negros contra brancos, de pobres contra ricos. A culpa de tudo é dos “brancos de olhos azuis”.

11 – Unanimidade – Muitos devem ser convencidos de que pensam como todo mundo, de modo a criar a falsa impressão de unanimidade. Isso é visto claramente nas pesquisas de opinião, quando Lula da Silva aparece com altos índices de aprovação.

Estes “Princípios de dominação pela Propaganda”, publicados em 24/06/2009 no Ex-Blog de Cesar Maia, não foram elaborados por Duda Mendonça ou qualquer outro marqueteiro do PT, mas por Joseph Goebbels, chefe de propaganda de Hitler. E se na adiantada Alemanha o Holocausto foi aceito com naturalidade, por que Mahmoud Ahmadinejad, que prega a destruição de Israel e nega o Holocausto, não pode ser recebido de braços abertos por Lula da Silva, tão afeito aos déspotas mundiais?

Como dizia Boris Casoy: “Tá tudo dominado”.

por Maria Lucia Victor Barbosa

QUEM É QUEM!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

O DESASTRE DO GOVERNO LULA

O governo Lula foi embalado por seis anos consecutivos de um grande desenvolvimento na economia mundial. Embora a média de crescimento do Brasil, nesse período, tenha ficado muito abaixo dos principais países emergentes, o fato da economia brasileira ter crescido fez com que algumas pessoas tenham dificuldade em visualizar o desastre de grande proporção que é o governo Lula.



- Desconhecimento do que seja ética e moral, incentivo à corrupção, à impunidade, à desordem, leniência com as agressões à ordem pública

- Visão tosca do papel do Estado em uma sociedade moderna, associando tamanho do Estado à defesa da população. Esta anacrônica visão do mundo criou as ditaduras mais cruéis no século XX, responsáveis por dezenas de milhões de assassinatos, que terminaram em desastre social e econômico pela inviabilidade do sistema

- Falta de visão estratégica de longo prazo, o governo Lula não fez qualquer plano para enfrentar a crise internacional. As crises servem para fazer as sociedades avançarem, no Brasil não há qualquer reforma significativa em curso (tributária, trabalhista, previdenciária, segurança, etc.)

- Incapacidade de ter liderança internacional (as duas tentativas mais importantes da diplomacia redundaram em completos fracassos: participar do Conselho de Segurança e aprovar a Rodada Doha)

- Baixo nível interno de poupança e investimento

- Enorme menosprezo pela educação, os índices de avaliação internacional do ensino no Brasil caíram a níveis deprimentes e degradantes

- Pequeno esforço em pesquisa, ciência e tecnologia, o que inibe a inovação

- Infra estrutura frágil e em deterioração (estradas, portos, saneamento, energia)

- Inapetência de fazer as reformas estruturantes: fiscal, gastos governo, previdenciária, trabalhista, política e gestão eficiente do Estado

- Reconhecer que estão dentro do pais as maiores deficiências: corrupção, impunidade, educação, desigualdade, segurança

- Dirigir o esforço diplomático aos pontos e áreas geográficas que nos tragam vantagens efetivas, coordenar a política externa com política de segurança e defesa

- Criar parcerias sólidas e entendimentos políticos com os outros Bric’s e parar de namorar as lideranças anacrônicas, como Chavez, Morales, Ahmadinejad, Castro´s, etc.

- Aparelhamento desenfreado do Estado com absurdo crescimento das despesas com pessoal, com queda da qualidade dos servidores públicos e dos serviços prestados à população

sexta-feira, 24 de julho de 2009

AUDIOS DO CLÃ SARNEY

Por ordem de alguém que manda e desmanda, Governo Federal, Senado ou outra denominação, todas gravações aqui publicadas - referência http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia - foram retiradas da internet.

sexta-feira, 24 de julho de 2009, 12:47 | Online

Após áudios do clã Sarney, PT defende licença do senador

Bancada considera 'grave' a revelação do 'Estado' de que Sarney teria negociado cargo para namorado de neta.

Agência Estado,
BRASÍLIA - Em nota assinada pelo líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), a bancada de senadores do partido reafirma posição favorável a um pedido de licença do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). A bancada considera "grave" a revelação feita em reportagem do jornal O Estado de S. Paulo sobre envolvimento do senador nas negociações para nomeação do namorado de sua neta para um cargo no Senado.

Veja também:
O ESTADO DE S. PAULO: Gravação liga Sarney a atos secretos
ÁUDIO: Ouça os diálogos que ligam Sarney a atos secretos e a Agaciel
Confira a lista dos 663 atos secretos do Senado
ESPECIAL MULTIMÍDIA: Entenda os atos secretos e confira as análises
Galeria: vista aérea da casa particular de José Sarney na Península dos Ministros
O ESTADO DE S. PAULO: Senado acumula mais de 300 atos secretos
O ESTADO DE S. PAULO: Neto de Sarney agencia crédito no Senado

Em uma das conversas, o empresário Fernando Sarney, filho do parlamentar, diz à filha, Maria Beatriz Sarney, que mandou Agaciel reservar uma vaga para o namorado dela, Henrique Dias Bernardes. Em conversa com o filho, alvo da investigação, Sarney caiu na interceptação. Segundo a gravação, o senador se compromete a falar com Agaciel para sacramentar a nomeação. O namorado da neta foi nomeado oito dias depois, por ato secreto.

Segundo a PF, a mobilização da família começa na tarde de 30 de março de 2008, quando a neta do senador liga para o pai, indagando se não dava ?pro Henrique (seu namorado) entrar na vaga?. Bernardo Brandão Cavalcanti Gomes, irmão de Bia por parte de mãe, acabara de pedir demissão do Senado, onde estava desde 2003. "Podemos trabalhar isso, sim", respondeu Fernando à filha.

Fernando pega o telefone e liga para um dos ajudantes de ordem de Sarney, Aluísio Mendes Filho, e explica a situação. Ele queria que o pai desse a ordem a Agaciel para efetivar a nomeação.

Menos de uma hora depois, o próprio Sarney liga para o filho. ?Olha, você não tinha me falado o negócio da Bia?, protesta. Na visão do senador, a demissão não deveria ter sido solicitada até que a nomeação do namorado de Bia estivesse resolvida. ?Mas ele (Bernardo) entrou logo com um pedido de demissão?, reclama. Sarney pergunta: ?Já falou com Agaciel?? Recebe uma resposta afirmativa e promete interceder. "Tá bom. Eu vou falar com ele."

A conversa entre pai e filho se deu às 10h32 de 2 de abril, segundo a PF. No dia 10 do mesmo mês, foi assinado o ato que nomeou Henrique, namorado de Bia, para assessor parlamentar 3, com salário de R$ 2,7 mil.

Diz a íntegra da nota:

"É grave essa nova denúncia porque há indícios concretos da associação do presidente do Senado, José Sarney, em ato secreto de nomeação do namorado de sua neta. O Conselho de Ética terá que investigar com rigor a possibilidade de participação direta do senador Sarney na promulgação de ato secreto. Também deve ser apurada a divulgação de conversas telefônicas do senador José Sarney, que constam em inquérito que tramita sob segredo de Justiça.

A bancada do PT não se opõe a antecipação da reunião do Conselho de Ética, desde que asseguradas as exigências regimentais e a concordância e a disponibilidade de seus integrantes em período de recesso. A bancada reafirma a sua posição de que o melhor caminho seria o pedido de licença da presidência da Casa por parte do senador José Sarney."


Diálogo 1 (30/3/2008 - 15h14min04s): Neta do presidente do Senado negocia com o pai, Fernando Sarney, cargo para o namorado na Casa

Diálogo 2 (31/3/2008 - 11h34min54s): Neta do presidente do Senado negocia com o pai, Fernando Sarney, cargo para o namorado na Casa

Diálogo 3 (01/4/2008 - 15h57min00s): Neta do presidente do Senado negocia com o pai, Fernando Sarney, cargo para namorado na Casa

Diálogo 4 (01/4/2008 - 21h00min53s): Neta do presidente do Senado negocia com o pai, Fernando Sarney, cargo para o namorado na Casa

Diálogo 5 (02/4/2008 - 09h36min17s): Filho do presidente do Senado, Fernando Sarney, tenta agilizar a contratação do namorado da filha

Diálogo 6 (02/4/2008 - 10h32min21s): Filho do presidente do Senado, Fernando Sarney, fala com o pai e pede que ele dê "uma palavrinha com Agaciel" para a contratação e os dois conversam sobre "negócio da TV"

Diálogo 7 (25/03/2008 - 19h31min29s): Filho do presidente do Senado, Fernando Sarney, conversa com o filho João Fernando sobre o emprego dele como funcionário do senador Epitácio Cafeteira

quinta-feira, 23 de julho de 2009

ESTA NA HORA DE FAZER A FAXINA.



Sir Ney
No dia em que ele virou presidente da República, o presidente eleito Tancredo Neves morreu antes de tomar posse, vítima de diverticulite.
Sarney subiu ao poder por pura levitação.
Até hoje age como, e é considerado, a diverticulite da nação.
Fomos bigodeados
publicado no Jornal do Brasil em 1985,

Com ascensorista ganhando mais do que presidente
da República, decisões tomadas por atos clandestinos
e multiplicação de mordomias, o Senado vê sua
credibilidade ser corroída em uma crise histórica

Otávio Cabral
Fabio Rodrigues Pozzebom/ABR

SIR NEY

O PATRIARCA Sarney, cada vez mais solitário na cadeira de presidente do Senado: a pressão pela renúncia vem até dos antigos aliados

O Senado Federal tem em seus quadros motoristas, ascensoristas e seguranças com salários superiores ao do presidente da República. Apesar da crise que abalou o mundo, lá não existem vestígios de desemprego. Mesmo com mais de 8 000 funcionários, há sempre uma vaga disponível para um parente, amigo ou correligionário dos parlamentares. O Senado também é invejado pelo tratamento que dá a seus servidores. Sua direção tem carta branca para aumentar os próprios vencimentos e se conceder privilégios, como promoções, plano de saúde vitalício e pagamento de horas extras, inclusive para quem não trabalha. E o mais impressionante: tudo pode ser feito na surdina, completamente às escondidas, de modo a manter as irregularidades longe dos olhos dos eleitores. Há cinco meses, o Senado Federal está se submetendo a um processo de implosão com revelações de casos de nepotismo, tráfico de influência, mordomias e corrupção envolvendo parlamentares e funcionários. Restou evidente que, há anos, o templo da democracia abriga um gigantesco mausoléu de más práticas políticas que não condizem mais com a realidade de um país que mira um ponto mais alto na escala de civilidade. Além dos copeiros e ascensoristas, o Senado precisa urgentemente contratar um faxineiro para limpar as sujeiras da instituição.
Fabio Motta/AE

FERNANDO SARNEY FILHO
Filho do meio de Sarney, o empresário utilizou o Senado para resolver um problema de família. Ele empregou um filho que teve fora do casamento no gabinete de Epitácio Cafeteira, velho aliado de seu pai. Quando a Justiça proibiu o nepotismo, o filho foi substituído pela mãe. Na prática, o Senado paga a pensão alimentícia que Fernando deveria pagar ao filho

O presidente do Congresso não parece ter saúde nem disposição para a missão, da qual declinou explicitamente em um discurso ao plenário. Desde que assumiu o cargo, em fevereiro, José Sarney tem sido diariamente confrontado com as mais variadas evidências de irregularidades, a maioria delas desencavada pelos repórteres da sucursal de Brasília do jornal O Estado de S. Paulo. Aos 79 anos, o ex-presidente da República está refém de suas próprias criações. A mais assustadora delas, o ex-diretor-geral Agaciel Maia, enriqueceu no posto chefiando uma administração paralela, clandestina, que usava para favorecer parentes, amigos seus e de parlamentares. Os atos clandestinos beneficiaram um mordomo, que recebia 12 000 reais de salário mensal do Senado, mas, por motivos óbvios, não trabalha lá, e sim na casa de Roseana Sarney, filha do senador Sarney. Por meios clandestinos também foi beneficiado outro membro do clã Sarney, João Fernando Gonçalves, neto do ex-presidente da República. Por fim, O Estado de S. Paulo revelou que José Adriano Sarney, também neto do senador, conseguiu uma autorização para negociar empréstimos consignados dentro do Senado. Segundo o rapaz, um economista de 29 anos de idade, sua empresa fatura perto de 5 milhões de reais ao ano.
Político há mais tempo em atividade no país, Sarney entronizou-se agora como símbolo do patrimonialismo, coronelismo e clientelismo que dominam a vida pública brasileira desde tempos imemoriais. Isso é justo com o velho patriarca, ex-presidente da República, o primeiro da era pós-ditadura militar, um homem afável e de vasta cultura, contrastante com a planície ágrafa que o cerca? Em política não existe justiça, mas perdedores e ganhadores. Os demais senadores, entre eles muitos que fazem a mesma coisa que Sarney, estão conseguindo que ele carregue sozinho nos ombros toda a culpa pelas escabrosas revelações das últimas semanas. Não por injustiça, mas por ver nele um perdedor do jogo político pré-eleição presidencial de 2010. Na semana passada, diante da pressão provocada pelas novas denúncias, Sarney criou o Portal da Transparência, com todos os dados de compras, nomeações e gastos do Senado. Os dados mostram, entre outras coisas, que o presidente tem uma legião de 120 funcionários à sua disposição. São ocupantes de cargos que estão subordinados diretamente a ele, que escolhe quem nomear e quando demitir. Entre eles há familiares, assessores que cuidam dos escritórios políticos de Sarney no Maranhão e no Amapá, administradores do Memorial José Sarney, em São Luís, parentes de lobistas, de magistrados e de correligionários, como a mulher e a filha do ex-senador Francisco Escórcio, um quebra-galho do grupo político do presidente do Senado, que já foi acusado de espionar senadores adversários durante o processo de cassação de Renan Calheiros.
Ag. Titular

ROSEANA SARNEY
Filha mais velha de Sarney, Roseana renunciou há dois meses ao mandato de senadora para assumir pela terceira vez o governo do Maranhão. Mesmo fora do Senado, ela manteve o mordomo de sua mansão em Brasília na folha de pagamento oficial, contratado pelo gabinete de seu suplente com um salário de 12 000 reais mensais.

Sarney tem biografia e nome para, a esta altura da vida, estar distante das refregas mais rasteiras do mundo político. Mas ele nunca quis, ou pôde, se afastar dos cargos que conferem poder de nomear e influir. Sem isso, Sarney torna-se presa fácil para seus não poucos adversários. Além dessa circunstância, vale a pena investigar, munidos apenas dos mecanismos da psicologia mais comezinha e da história, o que leva um político a essa situação. A resposta mais lógica, amparada na história, é a fronteira indefinida e fluida entre o público e o privado na vida nacional. Quando d. João VI se mudou com a corte de Lisboa para o Rio de Janeiro, em 1808, os nobres foram alojados nas melhores casas da cidade, das quais os donos foram sumariamente expulsos. Mas não eram eles os proprietários? Eram. Até que uma necessidade específica do estado os privou do que parecia um direito adquirido. Na mão oposta, são incontáveis os casos de altos funcionários do império e da república que se valeram de suas funções públicas para satisfazer suas necessidades particulares. Sarney é um herdeiro dessa mentalidade, com raríssimas exceções, prevalente no Brasil.
Senadores foram à tribuna pedir que ele se licenciasse ou até mesmo renunciasse. "Há um mês eu dizia: é melhor o presidente Sarney sair antes que seja obrigado a sair. Hoje eu repito: é bom que o presidente Sarney largue a presidência antes que sua presença fique insustentável. Ele tem de sair. Se ele renunciar, isso termina hoje", afirmou Pedro Simon, do PMDB gaúcho. O PSOL apresentará na quarta-feira um pedido de abertura de processo de cassação contra Sarney. No mesmo dia, PSDB e DEM se reúnem para decidir se também pedem sua saída. Até os funcionários de carreira começam a revelar descontentamento. Em entrevista a VEJA, o consultor-geral adjunto do Senado, Alexandre Guimarães, desabafou: "Tenho vergonha de trabalhar no Senado" (leia a entrevista abaixo).
Janinie Moraes/ABR

SARNEY FILHO
Um filho do deputado conseguiu uma autorização para negociar empréstimo consignado com desconto em folha de pagamento dentro do Senado. Segundo o neto do senador Sarney, a empresa fatura perto de 5 milhões de reais ao ano. A Polícia Federal investiga o esquema de intermediação com a participação de funcionários do Senado.

Acuado pelas denúncias que envolvem a família, cobrado por aliados e emparedado por oposicionistas, o presidente subiu à tribuna para um pronunciamento que chamou atenção pela tibieza: "Eu julguei que, quando fui eleito presidente, era para presidir politicamente a Casa, e não para ficar submetido a procurar a despensa ou limpar o lixo das cozinhas da Casa". Depois disso, desapareceu. Em nota, disse apenas que é alvo de uma campanha "midiática" por apoiar o presidente Lula. Sarney se apoia em dois pilares para se manter no cargo. O primeiro é a conivência dos senadores. A auditoria feita nos atos secretos mostrou que 37 senadores se beneficiaram das decisões secretas. O outro pilar é o apoio de Lula. Há duas semanas, o presidente disse que Sarney merecia um tratamento diferenciado pela biografia que construiu. Na semana passada, Lula voltou a defendê-lo publicamente. Nesta semana reunirá a coordenação política do governo para discutir uma saída para a crise do aliado. O presidente considera que seu enfraquecimento dificultará o apoio do PMDB à candidatura de Dilma Rousseff. E não suporta a ideia de o Senado ser presidido por Marconi Perillo (PSDB-GO), primeiro vice-presidente, adversário ferrenho e um dos denunciantes do mensalão.
Qual será o desfecho da crise do Senado? O metabolismo mais comum dessas situações em Brasília é deixar naufragar seu rosto mais em evidência, no caso o de José Sarney, e declarar de pronto que todos os problemas estão resolvidos. Na sexta-feira passada, era enorme a tentação de repetir essa manobra tantas vezes feita com sucesso no Planalto. Mas desta vez pode não dar certo. Se Sarney não tem como escapar da condenação de ser o símbolo do atual estado de coisas, ele tem todas as condições de mostrar que seu sacrifício é suficiente apenas para dar um ar de volta à normalidade ao que, com certeza, não é normal. Basta contar o que ele sabe. Com um Brasil que dá certo em todas as outras frentes, o bastante provável é que, quando se debruçarem sobre este ano do Senhor de 2009, os analistas no futuro vão descrevê-lo como aquele em que a política em Brasília deixou de ser nossa vanguarda do atraso.

terça-feira, 21 de julho de 2009

ATOS SECRETOS: A LISTA DOS SENADORES.

Atos secretos envolveram 37 senadores dos principais partidos.

Prática também aparece associada a 24 ex-parlamentares desde 1995, evidenciando que era bem conhecida.
A edição de atos secretos beneficiou ou obteve a chancela de pelo menos 37 senadores e 24 ex-parlamentares desde 1995. Não há distinção partidária - PT, DEM, PMDB, PSDB, PDT, PSB, PRB, PTB e PR têm representantes na lista. São senadores que aparecem como beneficiários de nomeações em seus gabinetes ou que assinaram atos secretos da Mesa Diretora criando cargos e privilégios. A existência de tantos nomes indica que a prática dos boletins reservados era bem conhecida.

Os nomes dos parlamentares surgiram nos atos publicados nos últimos 30 dias, mas com data da época a que se referem. A quantidade pode ser ainda maior, com a evolução das investigações na Casa. A Mesa Diretora receberá hoje o relatório final da comissão que descobriu cerca de 650 boletins secretos. O documento apontará indícios de sigilo intencional em boa parte dessas medidas.

A investigação revela que a prática de esconder decisões envolveu todos os presidentes e primeiros-secretários que passaram pelo Senado desde 1995. O corregedor Romeu Tuma (PTB-SP) aparece na relação. O atual primeiro-secretário, Heráclito Fortes (DEM-PI), responsável pela comissão que levantou os atos, também está no grupo dos parlamentares com cargo na Mesa que referendaram parte dos atos secretos.

A publicação dos boletins revela como os cargos nos gabinetes eram usados pelos ex-diretores Agaciel Maia (Diretoria-Geral) e João Carlos Zoghbi (Recursos Humanos). Em março de 2007, um ato secreto transferiu Lia Raquel Vaz de Souza do gabinete de Demóstenes Torres (DEM-GO) para o de Delcídio Amaral (PT-MS). Ela é parente de Valdeque Vaz de Souza, um dos principais assessores de Agaciel. Delcídio e Demóstenes informaram ontem desconhecer essa funcionária.

Outro ato, este com data de 6 de dezembro de 1996, foi publicado somente no último dia 1º . Trata do controle de frequência dos servidores dos gabinetes. É assinado pelo então presidente, José Sarney (PMDB-AP), e integrantes da Mesa Diretora da época, entre eles Renan Calheiros (PMDB-AL) e Ney Suassuna (PMDB-PB). Em 1998, a Mesa comanda pelo então por Antonio Carlos Magalhães (DEM-BA) - morto em 2007 - assinou, em sigilo, a criação de oito cargos de confiança. Cinco anos depois, novamente com Sarney, outros 25 cargos foram criados sigilosamente.

Sob o comando de Renan Calheiros (PMDB-AL), cada um dos 81 gabinetes ganhou, em 21 de fevereiro de 2005, mais sete cargos de confiança com um salário de R$ 9,9 mil. Em 2003, a Mesa presidida pelo falecido senador Ramez Tebet (PMDB-MS) aprovou, também por meio de ato secreto, a criação de 42 cargos de confiança para a Diretoria-Geral, então nas mãos de Agaciel Maia. Dois atuais senadores assinam o documento: Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) e Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR). "Não publicou, não vale. Não me recordo de todos os atos. Mas, se assinei, era para ser publicado", argumentou Valadares.

O senador licenciado e ministro de Minas Energia, Edison Lobão (PMDB-MA), aparece em documentos com nomeação de parentes. Outro ministro e senador licenciado usou o ato secreto para dar emprego. Hélio Costa (Comunicações) abrigou por cinco anos um repórter de uma rádio de Minas em seu gabinete.

LISTA

Senadores beneficiados por atos secretos

Aldemir Santana (DEM-DF)
Antonio Carlos Júnior (DEM-BA)
Augusto Botelho (PT-RR)
Cristovam Buarque (PDT-DF)
Delcídio Amaral (PT-MS)
Demóstenes Torres (DEM-GO)
Edison Lobão (PMDB-MA)
Efraim Moraes (DEM-PB)
Epitácio Cafeteira (PTB-MA)
Fernando Collor (PTB-AL)
Geraldo Mesquita (PMDB-AC)
Gilvam Borges (PMDB-AP)
Hélio Costa (PMDB-MG) licenciado (ministro)
João Tenório (PSDB-AL)
José Sarney (PMDB-AP)
Lobão Filho (PMDB-MA)
Lúcia Vania (PSDB-GO)
Magno Malta (PR-ES)
Marcelo Crivella (PRB-RJ)
Maria do Carmo (DEM-SE)
Papaléo Paes (PSDB-AP)
Pedro Simon (PMDB-RS)
Renan Calheiros (PMDB-AL)
Roseana Sarney (PMDB-MA) renunciou para assumir o governo do MA
Sérgio Zambiasi (PTB-RS)
Serys Slhessarenko (PT-MT)
Valdir Raupp (PMDB-RO)licenciado (ministro)
Wellington Salgado (PMDB-MG)

Senadores que assinaram atos secretos quando integravam a Mesa Diretora da Casa

Antonio C. Valadares (PSB-SE)
César Borges (PR-BA)
Eduardo Suplicy (PT-SP)
Garibaldi Alves (PMDB-RN)
Heráclito Fortes (DEM-PI)
Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR)
Paulo Paim (PT-RS)
Romeu Tuma (PTB-SP)
Tião Viana (PT-AC)

Publicado por Pax em 23/06/2009
Leandro Colon e Rosa Costa – Estadão

O Bolsa Cachorro da Petrobrás.

Não poderia ter acontecido em pior hora, em cima da CPI da Petrobrás, a estranha denúncia do desvio de milhões da maior empresa do país, através de tortuosos caminhos, para um canil que agasalha no momento, 60 vira-latas.
O enredo além de inédito na crônica da rapinagem com o dinheiro público, é um primor de impostura. A Sibemol Promoções e Eventos é especializada em rodeios, marionetes, espetáculos de danças e atividades de sonorização. Com tais prendas, conseguiu comover a Petrobrás no seu desvelo pelos bichos para abiscoitar R$ 120 mil para realizar o projeto Quilombos Cariocas. Um pequeno engano no endereço botou tudo a perder: no endereço declarado à Receita Federal funciona o canil com o modesto total de 60 cães.
Daí em diante os fios se embaralham numa teia de suspeitas manobras para avançar no cofre da Petrobrás, onde também é guardado o dinheiro da Viúva. A próspera empresa tem como sócio Raphael de Almeida Brandão, também dono da R.A. Brandão e da Guanumbi Promoções e Eventos que não foram encontradas nos endereços declarados à Receita. Enganos de endereços são cometidos com freqüência por pessoas de memória fraca. Mas, segundo apurou a revista “Veja”, as empresas do Raphael Brandão e sócios que preferem preservar o anonimato, receberam, em 2008, da Petrobrás, R$ 8,2 milhões, o que é muito para alimentar os 60 cachorros do canil da Sibemol.
Sócios se confraternizam nas parcerias das empresas do criativo grupo. Raphael é sócio minoritário da Sibemol, que divide com o mano Luiz Felipe de Almeida Brandão. Apanágio da família, Raphael divide com a mamãe, Telma de Almeida Brandão, a Guanumbi. Todas têm endereço declarado em Jacarepaguá. E, mais uma surpresa: na casa está funcionando o canil, freguês da Petrobrás, que abriga também 200 gatos. O tratador dos animais é um abnegado, de tal modéstia que não quis revelar o nome. Não explora o negócio nem recebe nada dos donos do terreno. Os vizinhos informam que a casa pertence a uma senhora conhecida pelo sonoro nome de Telma, mãe de Raphael.
As discretas firmas Sibemol e Guanumbi, além de omitir os endereços, oferecem aos fregueses também anônimos uma variedade de serviços surpreendentes, como a ajuda ao desenvolvimento do Museu de Astronomia e Ciências Afins, no Rio; ao depósito naval em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos, tudo com a modesta quanta de R$ 45.528, em 2008.
A Guanumbi recebeu R$ 395,4 mil para tocar projetos do governo, do Programa Nacional de Atividades Nucleares a planos de saúde. Além da Petrobrás, a Guanumbi tem acesso aos cofres dos ministérios da Defesa, da Cultura e da Ciência a Tecnologia. A Petrobrás informa que uma comissão interna está avaliando os contratos para “apurar eventuais irregularidades”. E que não houve contratos, mas pagamentos por serviços prestados – o que não esclarece coisa nenhuma.
Eu nunca pensei que hospedar cachorros fosse tão bom negócio.

por Villas Boas Corrêa

O FUNDO DO POÇO

A cada novo escândalo que surge no Senado, me pergunto: será o fundo do poço? O mais novo diz respeito a um possível desvio de recursos de um patrocínio que a Petrobras deu à Fundação José Sarney, presidida pelo próprio Sarney, presidente do Senado.
Pela denúncia, publicada originalmente pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, parte do dinheiro (R$ 1,34 milhão) foi parar em contas de empresas de laranjas ou de familiares de Sarney.
No lugar de negar tudo e provar que a denúncia é falsa, Sarney tratou de se isentar, dizendo que não é responsável pela gestão da Fundação, apenas seu presidente de honra.
De qualquer jeito, a denúncia já serviu como novo combustível para a oposição pedir seu afastamento da presidência da Casa, o que tinha sido amenizado pela intervenção do presidente Lula, que enquadrou até o PT para salvar Sarney na semana passada.
Depois de atos secretos com nomeações de parentes, mansão omitida da declaração de bens, neto dono de empresa que intermediava empréstimos consignados a servidores do Senado, será que podemos dizer que esse novo episódio é o fundo do poço?

Por Kamila Fernandes

E a Gang foi inocentada!

Delúbio, Valério e Genoino inocentados por gestão fraudulenta

O deputado federal José Genoino (PT-SP), o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza foram inocentados pelo Supremo Tribunal Federal no processo por gestão fraudulenta a que respondiam, relacionado a um suposto empréstimo concedido ao PT pelo banco BMG. A ação é parte do processo sobre o caso mensalão - lembram dele?

O relator do caso - que recomendou o arquivamento da ação - foi o ministro Marco Aurélio Mello, que, a propósito, vive sendo alvo de críticas aos petistas.

Os três ainda respondem, dentro da ação sobre o mensalão, a processo por falsidade ideológica. E Delúbio responde também por corrupção ativa e formação de quadrilha.

por Érico Firmo

ATOS SECRETOS ANULADOS.

É duro de acreditar, será?

O presidente do Senado, José Sarney, acaba de anular todos os 663 atos secretos verificados na Casa. Na prática, significa que todas as contratações e benefícios pagos com dinheiro público por determinação desses atos deixarão de existir. Com isso, quem recebeu vai ter que devolver. A decisão pode ser vista aqui.
Agora, como é que isso vai ser feito na prática? Gente que recebeu meses ou até anos de altos salários (afinal, esses atos foram publicados durante 14 anos), será que de fato vai devolver esses recursos corrigidos ao Tesouro Nacional? O valor do prejuízo até hoje não foi divulgado.

Por Kamila Fernandes

Página em Branco

Deus deixou várias coisas para terminar, de modo que o homem possa exercer suas habilidades.

Deixou a eletricidade na nuvem e o óleo no fundo da terra.

Criou os rios sem pontes, as florestas sem estradas, os campos sem casas.

Deixou as pinturas do lado de fora dos quadros, os sentimentos para serem descritos, as montanhas para serem conquistadas, os problemas para serem resolvidos.

Deus deixou várias coisas para terminar, de modo que o homem possa compartilhar a alegria da criação.

* encontrado na internet ( Paulo Coelho )

CONFÚCIO E O GOVERNO

Zizhang procurou Confúcio por toda a China. O país vivia um momento de grande convulsão social, e ele temia derramamento de sangue.

Encontrou o mestre junto de uma figueira, meditando.

“Mestre, precisamos urgente de sua presença no governo”, disse Zizhang. “Estamos à beira do caos”.

Confúcio continuou meditando.

“Mestre, ensinaste que não podemos nos omitir”, continuou Zizhang. “Disseste que somos responsáveis pelo mundo”.

“Estou rezando pelo país”, respondeu Confúcio. “Depois irei ajudar um homem na esquina. Fazendo o que está ao nosso alcance, beneficiamos a todos. Tentando apenas ter idéias para salvar o mundo, não ajudamos nem a nós mesmos. Existe mil maneiras de se fazer política; não é preciso ser parte do governo”.

por Paulo Coelho

terça-feira, 7 de julho de 2009

Curiosidades do nosso Brasil.

Um motorista do Senado ganha mais para dirigir um automóvel do que um oficial da Marinha para pilotar uma fragata!

Um ascensorista da Câmara Federal ganha mais para servir os elevadores da casa, do que um oficial da Força Aérea que pilota um Mirage.

Um diretor que é responsável pela garagem do Senado ganha mais que um oficial-general do Exército que comanda um regimento de blindados.

Um diretor sem diretoria do Senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro de um professor universitário federal concursado, com mestrado, doutorado e prestígio internacional.

Um assessor de 3º nível de um deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um "aspone" ou um mero estafeta de correspondências, ganha mais que um cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo buscando curas e vacinas para salvar vidas.

PRECISAMOS URGENTEMENTE DE UM CHOQUE DE MORALIDADE, NOS TRÊS PODERES DA REPÚBLICA, ESTADOS E MUNICÍPIOS, ACABANDO COM OS OPORTUNISMOS E CABIDES DE EMPREGO.

OS RESULTADOS NÃO JUSTIFICAM O ATUAL NÚMERO DE SENADORES, DEPUTADOS FEDERAIS, ESTADUAIS E VEREADORES.

TEMOS QUE DAR FIM A ESSES "CURRAIS" ELEITORAIS, QUE TRANSFORMARAM O BRASIL NUMA OLIGARQUIA SEM ESCRÚPULOS, ONDE OS NEGÓCIOS PÚBLICOS SÃO GERIDOS PELA BRASILIENSE COSA NOSTRA? O PAÍS DO FUTURO JAMAIS CHEGARÁ A ELE SEM QUE HAJA RESPONSABILIDADE SOCIAL E COM OS GASTOS PÚBLICOS.

JÁ PERDEMOS A CAPACIDADE DE NOS INDIGNARMOS, PORÉM, O PIOR É ACEITARMOS ESSAS COISAS, COMO SE TIVESSE QUE SER ASSIM MESMO, OU QUE NADA TEM MAIS JEITO.

VALE A PENA TENTAR.

PARTICIPE DESTE ATO DE REPULSA, NÃO SEJA OMISSO. NA ÉPOCA DO COLLOR A IMPRENSA SE MOVIMENTOU E DEU NO QUE DEU.
HOJE A IMPRENSA É REFEM DO GOVERNO, POIS ESTÁ PENDURADA EM DÍVIDAS DE IMPOSTOS E NÃO PODE REPETIR A DOSE.