quinta-feira, 18 de junho de 2009

UMA QUESTÃO DE BOM SENSO!

Sem trabalho não há riqueza.

Não é possível legislar em prol da liberdade dos pobres, legislando de forma
a cortar a liberdade dos ricos. Tudo que uma pessoa recebe, sem que tenha
trabalhado, virá necessariamente do trabalho de alguém que não receberá por
isso. Um governo não pode dar algo a quem quer que seja, que este mesmo
governo não tenha tirado antes de outra pessoa, pois o Estado não gera
riqueza. Quando metade da população de um país entende que não precisa
trabalhar, porque a outra metade da população cuidará e proverá por ela, a
metade que se vê obrigada a prover a outra entenderá que não adianta
trabalhar, porque o fruto de seu labor não será seu. E esse, meu amigo, é o
fim de qualquer nação. Não há como multiplicar a riqueza pela subtração de
quem produz, ou matando a galinha dos ovos de ouro.

O Bolsa Família (ou bolsa-esmola que compra votos) é exatamente isso. Sob
alegação de distribuição de renda para diminuir as desigualdade sociais,
eles tiram de quem trabalha para dar para quem não trabalha... Os pagadores
de impostos trabalham duro para sustentar quem não trabalha... Esses
"beneficiados" deveriam entender que cofres públicos não são uma caixa que
de dentro se pode tirar tudo que eles precisam para viver.

Essa caixa é preenchida com impostos daqueles que trabalham e pagam
tributos. O sistema socialista fracassou em todos os lugares do mundo onde
foi implantado porque todo mundo achava que podia viver à custa dos outros
sem trabalhar, e por isso a pobreza e a miséria tomaram conta desses
países... Ao contrario, no sistema capitalista, quem trabalha mais ganha
mais, quem trabalha menos ganha menos e quem não trabalha não ganha nada,
salvo os inválidos por doença ou velhice!

Nesse sistema, o interesse e a necessidade fazem com que o homem trabalhe
muito para viver bem e alimentar a sua família. O sistema capitalista gera
enorme quantidade de riqueza porque todos são estimulados a trabalhar. E
para isso os impostos precisam ser moderados, e não pesados como são no
Brasil, para sustentar parasitas, burocráticos ou não. Sem trabalho não há
possibilidade de se criar riqueza!

AÇÃO JUDICIAL QUE NECESSITA SER DIVULGADA.

Ação contra senadores e servidores do Senado


Dois advogados gaúchos contra dois senadores e 3.883 servidores do

Senado (07.04.09)

Os advogados gaúchos Irani Mariani e Marco Pollo Giordani ajuizaram,

na Justiça Federal, uma ação que pretende discutir as horas extras não

trabalhadas, no Senado, e outras irregularidades que estão sendo

cometidas naquela Casa.



A ação tramita na 5a. Vara da Justiça Federal de Porto Alegre e tem

como réus a União, os senadores Garibaldi Alves e Efraim Morais e

"todos os funcionários do Senado Federal, em número de 3.883

servidores, cuja nominata, para serem citados, posteriormente, deverá

ser fornecida pelo atual presidente do Senado Federal, senador José

Sarney".



Ponto nuclear da ação é que durante o recesso de janeiro deste ano,

em que nenhum senador esteve em Brasília, 3,8 mil servidores do Senado

receberam, juntos, R$ 6,2 milhões em horas extras - segundo a petição

inicial.



Os senadores Garibaldi e Efraim são, respectivamente, ex-presidente e

ex-secretário da Mesa do Senado. Foram eles que autorizaram o

pagamento das horas extras por serviços não prestados.



A ação popular também busca "a revisão mensal do valor que cada

senador está custando: R$ 16.500,00 (13º, 14º e 15º salários); mais R$

15.000,00 (verba de gabinete isenta de impostos); mais R$ 3.800,00 de

auxílio moradia; mais R$ 8.500,00 de cotas para materiais gráficos;

mais R$ 500,00 para telefonia residencial, mais onze assessores

parlamentares com salários a partir de R$ 6.800,00; mais 25 litros de

combustível por dia, com carro e motorista; mais cota de cinco a sete

passagens aéreas, ida e volta para visitar a base eleitoral; mais

restituição integral de despesas médicas para si e seus dependentes,

sem limite de valor; mais cota de R$ 25.000,00 ao ano para

tratamentos odontológicos e psicológicos".



Esse conjunto de gastos está - segundo os advogados Mariani e

Giordani -"impondo ao erário uma despesa anual em todo o Senado, de R$

406.400.000,00,00 ou R$ 5.017.280,00 para cada senador - o que dá uma

média de R$ 418.000,00 mensal como o custo de cada senador".



Mariani disse ao Espaço Vital que "como a ação popular também tem

motivação pedagógica, estamos trabalhando na divulgação do inteiro

teor da petição inicial, para que a população saiba que existem meios

legais para se combater a corrupção". Cópia da peça está sendo

disponibilizada por este site.



A causa será conduzida pela juíza Vânia Hack de Almeida. (Proc. nº

2009.71.00.009197-9)



AÇÃO POPULAR Nº 2009.71.00.009197-9 (RS)

Data de autuação: 31/03/2009

Juiz: Vania Hack de Almeida

Órgão Julgador: JUÍZO FED. DA 05A VF DE PORTO ALEGRE

Órgão Atual: 05a VF DE PORTO ALEGRE

Localizador: GAB03B

Situação: MOVIMENTO-AGUARDA DESPACHO

Valor da causa: R$6.200.000,00

Assuntos:

1. Adicional de horas extras 2. Horas Extras


AUTOR: IRANI MARIANI

Advogado: IRANI MARIANI

AUTOR: MARCO POLLO GIORDANI

Advogado: IRANI MARIANI


RÉU: UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

RÉU: GARIBALDI ALVES FILHO

RÉU: EFRAIM DE ARAUJO MORAIS

RÉU: FUNCIONARIOS DO SENADO FEDERAL

terça-feira, 16 de junho de 2009

ONGs

Muy amigos

Levantamento feito por analistas econômicos mais lúcidos, faz uma comparação entre as vítimas da seca no Brasil (estimada numa população de 10 milhões de pessoas) e os índios da Amazônia (são cerca de 350 mil). E chega a surpreendentes resultados: as vitimas da seca são sujeitas à fome e à sede, candidatas naturais à subnutrição e não tem nenhuma ONG estrangeira a seu lado, ajudando.
Já os índios da Amazônia não são sujeitos à fome, nem à sede, tampouco à subnutrição e tem 350 ONGs estrangeiras ajudando. Provável explicação: a Amazônia tem ouro, nióbio, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamantes, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata e outras riquezas que somam aproximadamente R$ 140 trilhões.
No Nordeste, apenas um povo sofrido. E para quem nem imagina: há mais ONGs estrangeiras da Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, onde morrem anualmente, dois milhões de fome e outros dois milhões de Aids.
www.gibaum.com.br

TRABALHE PESADO!

Recomendação do governo é a seguinte: "Trate de trabalhar duro! Além da sua família, há mais 11 milhões de famílias que dependem de você!"

No início dos anos 1700, quando a revolução comercial já era um fator determinante do progresso e do desenvolvimento das nações, um pensador espanhol teria escrito um ensaio defendendo a tese de que o seu país não deveria entrar naquela competição porque seria um esforço desnecessário. A Espanha, então, possuía reservas em metais preciosos suficientes para comprar tudo aquilo o que seu povo necessitava. Este mesmo argumento poderia ser válido, um século depois, nos anos 1800, para não embarcar na aventura industrial. O resultado é que o império espanhol ruiu, as suas decantadas reservas se dissiparam, e a outrora pujante nação ibérica amargou mais de dois séculos de decadência. Está voltando ao proscênio agora, quando nem o seu governo e nem o seu povo se pautam mais por aquela enganosa opulência do passado.

De certa forma, é este mesmo problema que inviabiliza o progresso e o desenvolvimento de muitos países que vivem, atualmente, da riqueza fácil gerada pela extração de petróleo. Para que, afinal, arregaçar as mangas? O ouro negro supre todas as carências…

Não é à toa que, dentre os países mais pobres da África, figurem – em aparente paradoxo – aqueles que possuem as maiores reservas mundiais de diamantes e pedras preciosas. A posse de recursos naturais abundantes e de fácil extração já causou a desgraça de muitas nações, através dos tempos.

O que dizer, então, quando a falsa abundância não provém de riquezas reais, mas sim de programas assistenciais promovidos pelos governos locais? Todos os analistas isentos e imparciais seriam unânimes em afirmar que, em tais casos, o caminho da perdição seria ainda mais curto.

E se tais políticas paternalistas estivessem sendo promovidas em um país pobre e desprovido de maiores recursos? Aí, então, seria suicídio – afirmariam os estudiosos – uma nação deliberadamente atirando em seus próprios pés. Pois é esse exatamente o caso do Brasil e do seu programa Bolsa-Família.

Segundo se vangloria o próprio governo, o programa já contempla 11 milhões de famílias, alcançando, assim, entre um quarto e um terço de toda a população brasileira.

Trata-se de um exemplo ímpar: em toda a história universal, somos o único povo que logrou escapar da miséria através de mesadas.

Argumentos para defender o Bolsa-Família não faltam. O difícil é acreditar que o programa seja viável para sempre.
Pode-se argumentar, a favor do mesmo, que, em termos imediatos, ele é uma forma eficaz para combater os malefícios causados pela miséria. Sem dúvida. Mas se trata de um paliativo – um remédio que cuida dos efeitos e não das causas da moléstia. Assim sendo, o seu efeito não é duradouro nem, tampouco, definitivo.

Há ao menos três aspectos cruciais que estão eivando a iniciativa:

*
Não se está exigindo, na prática, qualquer contrapartida do beneficiário.
*
Não se está fixando um prazo máximo para a concessão do benefício.
*
O valor do benefício pago está se revelando muito elevado.

Benefício concedido sem reciprocidade é esmola. E esmola não cria cidadãos ativos. Cria, isto sim, mendigos.
Benefício concedido para sempre não é uma ajuda, mas sim um privilégio. E privilégios não geram indivíduos independentes. Geram, quando muito, um massa disforme de parasitas.

Benefício com valor elevado não complementa o trabalho,mas sim o substitui. Não gera trabalhadores, mas sim desocupados. Ao invés de pessoas ativas, uma multidão apática de ociosos. Um exercito de pensionistas, totalmente dependentes da boa vontade dos governantes.

Se o objetivo final de Lula e do PT é o de criar um gigantesco curral eleitoral, eles estão sendo muito bem sucedidos. Os “bolsistas” do famigerado programa estarão sempre dispostos a sufragar os candidatos que o governo recomendar.

Mas se o que se pretende é emancipar as pessoas, então o bolsa-família está se revelando uma grande excrescência.
Como está escrito na porta do Inferno de Dante: “abandonai todas as esperanças, vós que entrais”… Aqueles que se inscrevem no “bolsa-família”, hão de saber que dele jamais sairão. As suas virtudes ativas, a sua independência, a sua cidadania, tudo isso, enfim, é impiedosamente moído tão logo se ingressa no programa. A ética do trabalho e do esforço como as únicas formas legítimas de se prosperar na vida, deixa de existir já na soleira da porta.

Como reza o ditado: montar em um tigre é fácil. O difícil é desmontar dele depois.

O Bolsa-família é um programa que, uma vez implantado, não há mais como descartá-lo.
Os milhões de beneficiários já estão acostumados com o aporte mensal do dinheiro fácil. Como dizer a eles que, dalí em diante, deveriam suar o rosto para obtê-lo?

Tanto para o governo como para a oposição, propor o fim do bolsa-família seria algo eleitoralmente desastroso.
E o programa, assim, se impõe como algo definitivo.

Aqueles que trabalham hão de votar na oposição, já aqueles que não trabalham votarão sempre no governo. Como estes últimos estão se tornando maioria, o continuísmo parece ser um prognóstico evidente.

Como é economicamente impossível colocar a totalidade dos brasileiros sob o guarda-chuva do bolsa-família - alguém tem que pagar a conta - teremos no País, doravante, duas classes de cidadãos:

Aqueles que sustentam e aqueles que são sustentados pelo bolsa-família.

Quanto a você, que está lendo este artigo, a recomendação do governo é a seguinte:

Trate de trabalhar duro! Além da sua família, há mais outras 11 milhões que dependem de você!

Publicado em junho 8th, 2009.
João Mellão Neto, jornalista, deputado estadual, foi deputado federal, secretário e ministro de Estado
E-mail: j.mellao@uol.com.br
Blog: www.blogdomellao.com.br

sexta-feira, 12 de junho de 2009

AINDA É POSSIVEL CONFIAR?

Você já reparou em como os valores estão invertidos nos dias de hoje? Quando paramos para pensar em certas coisas que acontecem na vida da gente, percebemos como o mundo está de cabeça para baixo. Somos clientes e temos que pedir para sermos atendidos, pagamos impostos e não temos direito ao que deveríamos ter direito por pagar impostos, quando pagamos não podemos exigir, quando reclamamos de algo é surpreendente como não somos ouvidos… e por aí vai.
Quanto mais falamos em bom atendimento, em direitos dos clientes, em tratar como gostaríamos de ser tratados mais notamos que as coisas estão se invertendo. Hoje, nós clientes é que temos que nos adaptar aos nossos fornecedores quando na verdade o contrário é que deveria acontecer ! Abri uma conta no CitiBank agência da Rua da Consolação para incentivar um filho de um amigo meu que era um dos gerentes da agência. Recebi cartões, talão de cheques, não depositei e não movimentei um centavo e dias após fiz uma viagem aos States. Na volta a minha conta estava mais de R$ 1.000,00 no negativo. Liguei ao Banco meu amigo lá não estava mais, a agência tinha fechado e transferido as contas para o Banco da Av. Paulista e outro gerente estava com a incumbência de me atender. Expliquei a ele o ocorrido, me passou para outros funcionários e gerentes gerais, visitei o Banco conversei com outras pessoas, sempre solicitado a falar com quem eles achavam que resolveria o meu caso, o meu nome foi para o SERASA e agora!. Fui ao PROCON e 3 dias após o Banco resolveu o problema.
Isso está acontecendo em todas as áreas e de todas as formas. Houve uma época em que valorizar e fidelizar o cliente era algo que as empresas deveriam fazer. Hoje, quanto menos contato com o cliente melhor, aplicando a tecnologia em tudo, as pessoas acabam se isolando completamente. Você pode comprar pela internet, viajar pela internet, conversar e até namorar pela internet! As pessoas perderam o hábito de falar olhando nos olhos, sentindo a verdade, a confiança no olhar do outro. É tão estranho que até a crise econômica mundial aconteceu em parte porque se trabalhava com dinheiro que não era real… dinheiro virtual que movimentava um mercado virtual, num mundo tecnologicamente indecifrável. Que loucura! Aonde vamos parar, desvalorizando os relacionamentos pessoais e habituando-nos com a impessoalidade, a falta de emoção?
Estamos formando uma geração de pessoas que não sabe se relacionar, não se preocupa em agradar e nem nutre pelo próximo sentimentos bons de compaixão, de tolerância. Isso agente nota quando vamos a uma loja e somos mal atendidos, quando recebemos ligações de operadores de telemarketing que não são capazes de sair de seus scripts decorados e falar de pessoa para pessoa, querendo vender o que não queremos comprar, invadindo nossa privacidade tarde da noite.
Percebemos que algo vai mal quando não conseguimos nos comunicar com os jovens de hoje, que não sabem se expressar com clareza apesar de formados em universidades. Nesse mundo maluco que estamos vivendo ainda é possível confiar?
Se entendermos o antes possível que as coisas precisam mudar, que é preciso voltar à simplicidade dos tempos passados, aonde não se necessitava de muito para ser feliz, nem de mostrar que somos melhores que outros, aonde viver era mais fácil, pois não havia tantas exigências de perfeição e nem tantas cobranças; se começássemos a pensar não só no individual e um pouco mais no coletivo, em estender uma mão aberta e não um punho fechado de raiva, de estresse do dia a dia. Se pudéssemos parar de falar e escutássemos mais,se deixássemos certos preconceitos de lado, daríamos um pequeno passo rumo a um futuro melhor para todos. Ainda é possível confiar?
É possível conscientizar e é possível ter valores e se isso ainda é possível, por que não tentar mudar o mundo?

por Simone Castillo .. e readaptado por Ademir F. Venesi.

QUE PAÍS É ESTE?

A inversão de valores, chega a assustar.

O tempo está passando mais rápido, a tecnologia a todo vapor e o comportamento humano está a cada dia, mais degradante.
Poderíamos citar inúmeros exemplos da total inversão de valores, porém o artigo se transformaria num livro.

Antigamente, por exemplo, as pessoas eram mais amáveis, companheiras, fieis, amigas, etc. Hoje o que verificamos é cada um por si, cada um com seus problemas, não é mesmo?

Os cumprimentos pelas datas comemorativas, em geral, são através de torpedos, e-mails ou mesmo pelo Orkut (data máxima vênia, o meio de comunicação da discórdia e da fofoca).

Até o rompimento de relacionamentos estão sendo utilizados por esses mecanismos... Assustador.

A televisão brasileira, a meu ver, e de acordo com estatísticas é uma das piores do mundo, chega a ser repugnante. Com raríssimas exceções e transmissoras há algo cultural, que beneficia a sociedade. Há uma extrema pobreza de conteúdos, com programas pornográficos, fúteis, violentos, que contribuem em muito, para colaboração da intensa inversão de valores. Os mesmos se utilizam da desgraça humana e de mulheres vulgares para terem a tão sonhada audiência. Seria esse tipo de programação que o povo brasileiro se interessa?

Celebridade? Qual o conceito desta palavra ao povo brasileiro?
A meu ver, seria pessoas que trazem algo positivo, concreto, útil a humanidade.

Se você perguntar ao povo, nas ruas, quais foram os melhores cientistas, compositores, inventores, etc., da humanidade, com certeza pouquíssimas pessoas saberiam responder.

Celebridades para uma grande parcela dos brasileiros são os jogadores de futebol e mulheres que acabam com a reputação das mesmas, no nosso próprio país e no mundo afora.

Celebridade agora virou fruta, pedaços de carne, participantes de um dos programas mais fúteis da televisão (BBB).

Mulheres são sinônimos de seios, nádegas e pernas.
Homens de contas bancárias, carros, etc.
E o caráter das pessoas, o seu “eu” interior, não conta mais?
O casamento e a família são umas instituições falidas?

O que ensinar aos seus filhos?
Vai estudar ter moral e princípios ou vai jogar futebol, ficar rico, malhar, colocar silicone e ser vulgar?
Por que será que muitas meninas menores de idade estão tão banalizadas? Por que há tanta traição e divórcio?

A falta de humanidade, respeito e educação estão desaparecendo da cartilha da vida. Palavras chaves como: por favor, com licença, desculpa, talvez não estejam mais nos dicionários.

As pessoas matam por matar, já repararam? A vida não tem mais valor para muitas pessoas.

E a educação? Devido à evasão escolar e a péssima classificação mundial brasileira neste setor, a regra é não reprovar. Há crianças, por exemplo, nas escolas públicas, que estão no quarto ano do ensino fundamental e não sabem ler e escrever. Para muitos conseguirem chegar até a graduação passaram mais de quinze anos em bancos escolares, hoje só não tem diploma, quem não quer. Há cursos por correspondência, pela internet, etc. Que país é este?
Resultado: Profissionais cada vez mais despreparados, um país cercado de pessoas incompetentes, não é verdade?

Vamos citar o carnaval. Antigamente o carnaval era uma festa de alegria, respeito, amizade e hoje em dia? Acho que não preciso tecer maiores comentários. Parar uma nação devido ao carnaval? O ano só começa depois do carnaval? Um país de terceiro mundo pode ter essa regalia?
E o número de feriados? Sem comentários...

E as atitudes das pessoas ao seu redor? Ficamos indignados muitas vezes, com a total falta de solidariedade, respeito e educação do povo brasileiro.
Queremos um país de verdade, uma educação digna, para que este quadro possa ser revertido.

Que país é este?

por Alessandra Amato

sábado, 6 de junho de 2009

MEDITAÇÃO E PRECE (são totalmente distintas)

Meditação e prece são totalmente distintas.
Um homem reza quando está precisando de algo ou quando deseja agradecer.
Durante a prece, estamos conscientes de nossos pensamentos e de nossas necessidades.
Na meditação, o objetivo é afastar qualquer pensamento e se entregar ao que Krishnamurti, chama de luz mental.
Procura-se entrar em contato com Ágape – a palavra grega para definir um amor que está além do sentimento de gostar ou não gostar. Com a mente livre de pensamentos, esta luz pode se manifestar.
A prece é um segredo partilhado com Deus.
A meditação é um encontro com o anjo.

por Paulo Coelho

Da alma e do mundo

Você sabe exatamente onde está agora?
Você está numa cidade, junto com muita gente, e neste momento existe uma grande chance de várias pessoas terem em seus corações as mesmas esperanças e desesperanças suas.
Vamos adiante: você é um pontinho microscópico na superfície de uma bola. Esta bola gira em torno de outra, que por sua vez está localizada no cantinho de uma galáxia, junto com milhões de bolas semelhantes. Esta galáxia faz parte de um todo chamado Universo, cheio de gigantescos aglomerados estelares. Ninguém sabe exatamente onde ele começa e termina.
Mesmo assim, você é o máximo. Luta, se esforça e tenta melhorar.
Tem sonhos. Alegra-se e se entristece por causa do amor. Se você não estivesse vivo, algo estaria faltando.

por Paulo Coelho